O primeiro machucado a gente não esquece!

10.09.2013 – O susto, a dor e o sofrimento quando vemos nosso filho machucado são enormes. Ficamos meio atônitas, sem saber direito o que fazer. Correr e segurar a criança, conter o choro, controlar a dor, limpar o machucado? Enfim, temos que ficar seguras o suficiente para lidar com o que virá depois. Muitas vezes não conseguimos tratar a criança em casa e uma visita ao hospital é inevitável.

Nosso sentimento de dor e culpa é sufocante, e nesse estresse todo chegamos à conclusão que não vamos proteger nosso filho de tudo.

Nossos bebês, tão indefesos, estão crescendo, estão cheios de vontade própria e expostos depois de tanta dedicação e carinho; ontem mesmo dependiam de nós o tempo todo e hoje estão independentes, explorando o mundo.

Mas voltando a possível visita ao hospital… Além de lidar com a sua própria dor e preocupação você tem que se manter forte para ajudar seu filho nessa primeira experiência, ou por um curativo mais elaborado ou até mesmo pontos que ele possa levar. O carinho dos pais é superimportante nesse momento, para que a criança sinta que ali do lado tem duas pessoas que o amam acima de tudo e que a dor vai passar logo (que assim seja!)

Na verdade temos que nos adaptar todos os dias às surpresas que virão, e estar ali, empenhadas em acalmar, acalentar e amar seja uma daquelas tarefas maternas que exigem desprendimento e esforço.

E para seu filho, que passou por essa situação diferente e bem traumática um livro especialmente para ele <3

 

a Cicatriz

A Cicatriz – de Ilan Brenman – Editora Companhia das Letrinhas

“Silvinha caiu da cama no meio da noite e tomou um sustão ao saber que precisaria ir ao hospital para que um médico costurasse seu queixo. Mas como assim? O que será que iria acontecer com ela?

Conversando com os pais, Silvinha descobre que o que vai ganhar é uma cicatriz – e, o mais impressionante, que ela ficará para sempre no queixo dela. A novidade deixa a menina tão empolgada que ela resolve investigar as cicatrizes de todos os parentes.

E assim, a partir de seu machucado, Silvinha se põe a pensar sobre a passagem do tempo, sobre as marcas dos acontecimentos na vida das pessoas, e vai conhecer histórias interessantíssimas dos avós, tios, primos e primas.”

 

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