Nenhuma criança deve morrer de câncer

17.02.2020 – Câncer infantil e doenças hematológicas são as principais doenças que causam morte entre crianças e adolescentes entre 1 e 19 anos no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer. Nenhuma criança deve morrer de câncer, é o Tema é defendido pela Sociedade Internacional de Oncologia Pediátrica (SIOP) e uma constante busca do Centro Infantil Boldrini que tem índices de sobrevida comparado a países de 1º mundo.

Os dados ainda apontam que 12.500 novos casos surgem por ano no país. Desses novos casos, cerca de 6.200 crianças são tratadas em hospitais públicos e em torno de 4 mil morrem sem tratamento ou sem ter a doença diagnosticada. A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que o número de casos de câncer infanto-juvenil deve chegar a 600 mil em todo o mundo em 2030.

 

Os desafios para se chegar no que pretendeu na SIOP- 2018 são grandes. Os números assustam, mas também levam uma série de profissionais a investir seu trabalho na acolhida das crianças, tratamento e pesquisa sobre a doença.

Conversamos com a presidente do Centro Infantil Boldrini, Dra. Silvia Brandalise e ela explicou que “é uma série de fatores que contribuem para o sucesso do tratamento. Mas não adianta termos 80% de sobrevida. Ainda faltam 20%. E se chegarmos aos 100% de cura, teremos que contribuir para que as causas do câncer sejam efetivamente evitadas. A prevenção do câncer da criança é o desafio do futuro, que já bate às portas de hoje”.

O Dia Internacional de Luta Contra o Câncer Infantil, que foi celebrado em 15 de fevereiro vem para conscientizar a sociedade sobre o estilo de vida e o mundo que buscamos. Isso influencia diretamente na saúde de nossas crianças mesmo antes do nascimento delas, como explica a dra.

 

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